
Para quem não sabe, o episódio “O Indivíduo” foi uma confusão ocorrida na PUC do Rio de Janeiro em 1997. Um grupo de alunos, entre os quais alguns alunos do Olavo de Carvalho, escreveram um jornalzinho, “O Indivíduo” expressando um ponto de vista mais à direita. Houve uma forte reação, com o lançamento do boato de que se tratava de um jornal de extrema-direita, fascista, etc., o que levou à sua apreensão pela PUC. Seguiu-se um debate na imprensa sobre “a extrema-direita na PUC”, com uns intelectuais de esquerda descendo o pau no jornalzinho, e o Olavo de Carvalho os defendendo.
Eu estudava em Campinas na época, e estava só começando a deixar de ser marxista. Em um fim de semana no Rio, li a resposta do Olavo de Carvalho, mas não sabia do que se tratava. Fiquei de pé atrás com “O Indivíduo” porque em Campinas havia um caso muito mais suspeito, o da revista Humanus (a popular “Um Ânus”), que, essa sim, tinha tons políticos bastante esquisitos.
Quando me meti na blogosfera, descobri que a turma d’ “O Indivíduo” constituía um segmento importante da discussão na web, como, alíás, eram outros ex-alunos do Olavo de Carvalho (o OC, aliás, percebeu o potencial da web como difusora de idéias muito antes dos outros intelectuais brasileiros). Daí voltei a ouvir falar do caso e aprendi mais sobre ele.
Mas só não me manifestei porque me faltava um negócio importante: ler o número apreendido d’ “O Indivíduo”. A história contada pelo Álvaro Velloso era assustadora, mas vai que eu defendo os caras e depois alguém me mostra o jornal e eu vejo que o negócio era fascista, mesmo? O caso da Humanus me deixou com pé atrás, até que, finalmente, os caras disponibilizaram a edição apreendida em PDF para quem quiser, e eu li.
Vamos ao mais importante: o jornal não é fascista, não é de extrema-direita, é um absurdo que tenha sido apreendido, os cidadãos que perseguiram os autores cometeram um crime, os intelectuais de esquerda que escreveram sobre isso deveriam ter vergonha, pedir desculpas aos moleques (que agora devem já ser uns marmanjos), e ir fazer algo mais importante, como, sei lá, bolar um novo programa para a esquerda pós-Lula.
É possível que haja algum exagero na história contada pelos autores d’O Indivíduo, mas, visto que nunca peguei ninguém ali mentindo pra mim, vou aceitar que é tudo verdade até que alguém me mostre evidências em contrário.
Se for pelo menos parcialmente verdade, a história é um episódio de histeria coletiva ridícula. O jornal é um texto estudantil (mais sobre isso abaixo), com todos os problemas que texto estudantil tem, mas que deveria ter sido criticado por outros jornais estudantis, não por seus irmãos mais velhos na academia e na mídia. E criticado serenamente (mesmo se enfaticamente), sem partir pra ignorância. E em hipótese alguma poderia ter sido apreendido.
O episódio é uma vergonha para os estudantes de esquerda da PUC, que deveriam ter sido capazes de rebater os argumentos com argumentos, e para seus professores, que deveriam tê-los qualificado para tanto. É uma vergonha para a mídia por jogar na fogueira meia dúzia de estudantes fazendo jornalzinho, e para os intelectuais que forneceram verniz a esse esforço sensacionalista.
Ninguém aqui vai defender mais o estudante que faz jornalzinho do que eu. Participei ativamente do movimento estudantil da UNICAMP e minha principal atividade era fazer jornalzinho e escrever manifesto. O fato de que escrevia da perspectiva politicamente oposta à d’O Indivíduo não impede que me solidarize com uma molecada que estava começando e, bem ou mal, teve a iniciativa de fazer o próprio jornal, o que é difícil.
Tanto quanto eu seja representativo da esquerda brasileira, e não sei se é muito – pois mesmo em 97 essa galera de esquerda carioca era bem diferente da linha USP/UNICAMP – ficam aqui minhas desculpas aos caras.
Quanto ao conteúdo do jornal, não sei se vale a pena comentar, porque Deus me livre de alguém ir lá fuçar meus manifestos estudantis. Do estudante universitário que faz seu jornalzinho só se deve exigir que tenha compreendido bem um dos lados da questão e que pelo menos teoricamente admita que haja outros. Excessos retóricos e simplificações são inevitáveis. Dizer “ao contrário de mim, que estudo isso faz trinta anos, esse moleque que estuda isso faz dois anos não compreendeu todas as matizes do problema” é bem mais do que um pouco imbecil.
Mas, pra quem quiser meus comentários, eles vão logo abaixo do fold.
Logo no Editorial, tem uma confusão conceitual comum:
Num tempo em que se fala muito em coletividades, nos
“excluidos”, nos “sem-alguma-coisa”(e todos somos sem alguma coisa .. . ), no velho “proletariado”, nas “forças populates”, na “juventude”, na “geração cara-pintada”, nas ” tribos” e tudo mais, nos queremos nos dirigir ao ser humano sozinho, de um para um. Porque e assim que as coisas sao. Individuais.
Bem, é claro que a experiência daquilo que chamamos de vida pessoal no sentido bem estrito (casou, separou, se decepcionou, se maravilhou, etc.) é, bem, individual. Isso é um truísmo. Mas é claro também que boa parte da vida é a negociação com as estruturas sociais e a luta para encontrar um espaço mínimo de preservação individual.
E não me venham associar mercado a individualismo. O mercado é um mega-sistema coletivo de processamento de informações na qual indivíduos são recompensados por oferecer seu trabalho, seu tempo, sua criatividade, para a produção de algo que o coletivo queira consumir (o sistema não é igualitário: quem tem mais grana “vota” mais vezes, mas isso é outra história).
( Bom, até aí, é sacanagem cobrar isso de estudante universitário quando tem professor universitário ainda pensando no mercado como “dois indivíduos, uma mercadoria”)
O artigo sobre Canudos reforça a visão mais tradicional do conflito (por “tradicional” não quero dizer “ultrapassada”), e poderia dialogar mais com a literatura recente, mas, enfim, tudo bem, é uma opinião legítima. O texto sobre ciência e filosofia não me acrescentou muito, mas para esforço inicial está tudo bem. O poema, supondo novamente um autor jovem, é bacaninha (embora o “é de lascar” tenha destoado do tom do resto, só não sendo pior do que o “destoando do tom” que acabei de cometer). O texto humorístico é engraçado, mesmo, e cansei de ver coisas como essa na UNICAMP, em jornaizinhos de diferentes tendências políticas).
O artigo sobre “O Futuro do Ridículo” é bem ruim, mas fiquei na dúvida sobre o quanto o cara estava falando sério e o quanto era escracho, por isso não vou comentar muito. Tomara que o garoto tenha melhorado com o tempo (o que é perfeitamente possível). E que tenha comprado óculos novos, porque a foto que acompanha a matéria é de chorar.
E o artigo que gerou mais polêmica (embora eu tenha achado “O Futuro do Ridículo” muito mais problemático) foi o artigo de Pedro Sette Câmara, “A Negra Noite da Consciência”, sobre a Semana de Consciência Negra da PUC.
Bom, já aviso que não estou dizendo que os caras mereceram a reação da PUC, mas é óbvio que o título é uma provocação. Entretanto, se, ao invés de se concentrar no uso de “negra” para designar “tenebrosa”, os críticos tivessem se atido ao termo “consciência”, teria sido muito mais fácil criticar o artigo. Pois boa parte dele gira em torno de uma confusão terminológica.
Acho mais ou menos óbvio que os organizadores da tal semana usavam “consciência” como “awareness”. Isto é, a semana serviria para que os estudantes negros se assumissem como membros de um grupo oprimido e percebessem a necessidade de se unirem para combater a discriminação. O Sette Câmara usa o termo como “conscience”, aquele negócio difícil de definir que caracteriza os indivíduos humanos (pelo menos). No sentido usado pelo Sette Câmara, não há, mesmo, consciência negra, só consciência humana (bem, sei lá se animal, ou robô, tem consciência, mas deixemos isso de lado por um minuto).
Mas, para entender o sentido dado pelo movimento negro, é só pensar no efeito da polêmica “O Indivíduo” teve sobre estudantes conservadores ou liberais. O Cláudio, do De Gustibus, afirma que o jornalzinho tem um lugar na história da inteligência brasileira, provavelmente, suponho eu, por ter provocado uma tomada de consciência dos alunos conservadores minoritários nos departamentos de humanas. O que os fez tomar consciência foi a repressão a “O Indivíduo”, e a insistência de seus autores em não se deixarem calar (visto que o conteúdo do jornal não foi, em si, inovador).
Advertência: no que se segue, vou comparar a perseguição aos moleques da PUC à escravidão e ao holocausto, com propósitos ilustrativos, dado que os últimos são casos bem conhecidos de perseguição a grupos que geraram dinâmicas de “conscientização”. Em nenhum momento sugiro que levar umas cusparadas e ser ofendido no jornal seja sequer comparável a séculos no tronco do Gulag brasileiro ou a uma câmara de gás. Dá meio vergonha ter que explicar isso. Mas vambora.
Os negros no Brasil sofreram bem mais do que a turma d’O Indivíduo, e é perfeitamente compreensível que, defensivamente, reforcem sua identidade para não serem marginalizados como imagens de fracasso, pobreza ou ignorância, da mesma forma que os autores d’O Indivíduo não querem ser marginalizados como fascistas.
Ambos atuaram defensivamente, e como minorias sob ataque, assim como, para pegar um exemplo de quem apanhou mais ainda, os sionistas que fizeram questão de afirmar sua identidade nacional judaica depois de séculos de perseguições e um holocausto.
Pode-se questionar se o sionismo, a consciência negra, ou a reafirmação do discurso conservador nos departamentos de humanas servem bem às minorias que os levantam como bandeira. Às vezes sim, às vezes não. Mas o movimento negro não é racista, o sionismo não é nazista (como argumentava a Humanus), e O Indivíduo não era fascista. São movimentos defensivos, completamente impossíveis de serem interpretados sem referência às ações dos grupos majoritários a que se opõem.
Esse, aliás, sim, é um bom exemplo da falsa simetria de que falava o Idelber. Se a galera d’O Indivíduo ficou chocada com a insensibilidade de seus colegas diante da opressão sofrida por eles, deve pelo menos se esforçar para entender porque os negros ficam indignados quando sua luta por afirmação é tratada com leveza.
Mas, repito, talvez seja sacanagem cobrar essas coisas de estudante de graduação. Acabo de reler o post e notar que pedi que um aluno de graduação “dialogasse mais com a literatura recente”. Enfim. O importante desse post é a primeira parte.


on Sep 21st, 2009 at 7:02 pm
"porque os negros ficam indignados quando sua luta por afirmação é tratada com leveza"
Nem todos os negros são pelas cotas, então acho equivocado dizer que as políticas de ação afirmativas representam todos por quem elas alegam advogar. Não são "os negros" que "ficam indignados quando sua luta por afirmação é tratada com leveza", são os aderentes desta ideologia, sejam brancos, mulatos, negros, asiáticos, etc. Aliás, dos "indignados" que agrediram fisicamente os caras d'O Indivíduo, nenhum era negro.
on Sep 21st, 2009 at 7:31 pm
Bom, os caras que agrediram são uns merdas que têm mais é que se fuder, mesmo. Estava pensando nos organizadores da semana da consciência negra (suponho que pelo menos alguns deles fossem negros).
on Sep 21st, 2009 at 7:37 pm
O NPTO não falou de cotas, falou de afirmação – que pode se dar defendendo ou não as cotas.
Nesse sentido, nem todos os negros são pelas cotas assim como nem todos os autores de O Indivíduo eram pela Igreja (taí o Sérgio de Biasi que não me deixa mentir: http://oindividuo.org/): as cotas ou a Igreja são causas que um subconjunto de um todo defende, mas estereotipicamente são estendidas para o todo.
on Sep 21st, 2009 at 7:41 pm
BTW, essa foi, de longe, a análise mais interessante do acontecido que já vi, com paralelos bastante esclarecedores. Celso, quero ser como você quando crescer.
on Sep 21st, 2009 at 7:56 pm
É isso mesmo.
on Sep 21st, 2009 at 7:57 pm
Pô, valeu! Mas não seja como eu, não, porque minha única qualidade é ser flamenguista.
on Sep 21st, 2009 at 7:58 pm
ok, eu tinha entendido que "luta por afirmação" = ação afirmativa
on Sep 21st, 2009 at 8:06 pm
Entendi, “afirmação” pode ter ficado ambíguo, mal aí.
on Sep 21st, 2009 at 9:38 pm
Não consegui ler o jornal.
Curiosamente, na minha antiga faculdade, havia um grupo totalmente anárquico -no sentido de maluco- composto por homens e mulheres, homofóbicos e homossexuais, direita e esquerda. Era um samba do afrodescendente -vai saber quem está lendo…- louco. Em um jornal, eles disseram, com evidente ironia, que a escravidão foi boa, porque tirou negros do atraso da África. Essa pequena frase foi tirada de seu contexto irreverente e reverberada por parte da imprensa paulista, ainda que apenas em notinhas e sem as consequencias mais graves da questão d´O indivíduo.
on Sep 22nd, 2009 at 12:43 am
Olha só, NPTO, você não disse isso e eu me dá uma certa vergonha começar o comentário com uma ressalva para dizer que não estou dizendo que você o tenha dito. Agora vai minha humilde opinião:
Acho que precisamos cultivar certos valores de maneira irrestrita. Liberdade de opinião é um deles. De outro modo poder-se-ia criticar os que reagiram não por quererem matar alguém, mas meramente por não terem analisado corretamente as idéias expostas no jornal e consequentemente tentarem matar as pessoas erradas.
Eu digo que é matar por causa de idéias. Sei que há quem discorde na esquerda e aí está a raiz do problema: Se cultivarmos a intolerância à ideias ruins, não dá pra esperar que as pessoas não hajam de maneira intolerante (não dá nem pra esperar que elas consigam sempre distinguir entre o que é ruim e o que não é)!
Quando os nazistas foram executados, eles não o foram pelas suas idéias de merda, mas pelas merdas que fizeram. Querer matar alguém por julgar suas idéias inadequadas/incorretas/incômodas/nazistas é totalitarismo puro!
on Sep 22nd, 2009 at 12:44 am
faltou um "ERRADO" em "eu digo que é ERRADO matar por causa de idéias". Ah, foda-se.
on Sep 22nd, 2009 at 10:22 am
"Se for pelo menos parcialmente verdade, a história é um episódio de histeria coletiva ridícula."
Eu iria mais longe, eu diria que se for entendido como reação direta ao jornal, o episódio todo não faz nenhum sentido. A reação de fato foi tão grande que sua magnitude clama por uma explicação melhor do que "todos enlouqueceram". Clama tanto que discutir como isso tudo foi possível foi feito numa tese de doutorado.
Como após ler o seu texto me parece que você não teve a oportunidade de ler a tese a que me refiro, acabei postanto um link para ela em O Indivíduo, em http://www.oindividuo.org/2009/09/22/experimentos... Espero que isso contribua para acrescentar mais algumas peças faltantes nesse quebra-cabeças.
Saudações!
on Sep 22nd, 2009 at 5:23 pm
NPTO, belo post, mais uma vez.
Na comparação que você fez com os movimentos sionista e negro, coloco apenas uma observação: Em ambos, o opressor possuía em sua ideologia o conceito de que judeus (em relação ao primeiro) e negros (em relação ao segundo) eram mebros de categorias inferiores ou até mesmo não humanas (refiro-me ao tratamento dado ao negro no início do ciclo de escravidão). Já a turma que caiu de pau no Indivíduo com certeza se considera defensora da liberdade de expressão, e ao tomar esse tipo de atitude, pisa na mesma bandeira com a qual se protege para defender suas ideias. Tornam-se além de opressores (o que já não é pouco), hipócritas e indignos de suas próprias convicções. Algo semelhante aos estados norteamericanos sulistas pré-movimento dos direitos civis (ideologia de liberdade e igualdade contraposta a uma prática de segregação institucionalizada).
on Sep 22nd, 2009 at 5:27 pm
otimo post mas quando vc diz:
Se a galera d’O Indivíduo ficou chocada com a insensibilidade de seus colegas diante da opressão sofrida por eles, deve pelo menos se esforçar para entender porque os negros ficam indignados quando sua luta por afirmação é tratada com leveza.
acho justo lembrar que o pessoal do jornal reclama de algo que sofreram de fato (experiência própria) enquanto o movinento negro muitas vezes utiliza um fato distante…
on Sep 22nd, 2009 at 5:51 pm
Só se racismo for "um fato distante".
on Sep 22nd, 2009 at 6:00 pm
Valeu, Sérgio, vou dar uma olhada e depois coloco o link no post.
on Sep 22nd, 2009 at 6:09 pm
"Quando os nazistas foram executados, eles não o foram pelas suas idéias de merda, mas pelas merdas que fizeram"
Exatamente.
on Sep 22nd, 2009 at 6:09 pm
Pois é.
on Sep 22nd, 2009 at 6:10 pm
Sim, há um elemento de hipocrisia em agredir alguém por expressar suas opiniões em nome da liberdade de expressão. Há casos difíceis, quando se trata de ideologias muito extremas, mas esse não é um desses casos.
on Sep 22nd, 2009 at 7:39 pm
Não é mesmo… Li também o trabalho de douturado que contém o desdobramento do caso… Coisa de doido…
on Sep 22nd, 2009 at 8:06 pm
De doido mesmo.
on Sep 22nd, 2009 at 8:10 pm
Por "fato distante" ele quis dizer a escravidão. Claro que há motivos para evocá-la e até hoje seus efeitos se fazem sentir, mas também reconheço que há um exagero no uso da História para justificar muita coisa.
on Sep 23rd, 2009 at 1:01 pm
É tão de doido que o Orvalho do Caralho é quem teve que instaurar certa sanidade nos desdobramentos do ocorrido!
on Sep 23rd, 2009 at 1:20 pm
É que nem meu time de futebol, em que os caras me botaram de técnico porque os outros são muito desequilibrados.
on Sep 23rd, 2009 at 6:58 pm
Para mim o problema é que utilizam o racismo que existe e está dentro de cada um de nós, para criar desigualdades raciais institucionalizadas através de leia.
A comparação com os EUA SÓ é valida porque nos EUA o racismo exisita em formas de leis. Aqui no Brasil não há isso. Não existe.
E eu fico sem entender como leis poderão mudar algo que é pessoal e individual. Logicamente não estou falando de leis contra o racismo, daqules que fazem o racista responder criminalmente, mas sim leis de dividem a população em grupos e criam incentivos a esses diferentes grupos.
Para mim essas leis são erradas e podem sim ser chamadas de racistas porque se baseiam em um conceito de raças e não de racismo criminal se é que eu posso definir desse jeito…
on Sep 24th, 2009 at 3:38 am
[...] era fazer jornalzinho e escrever manifesto. O fato de que escrevia da … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
on Feb 21st, 2010 at 4:32 am
[...] na blogosfera brasileira: um dos mais tradicionais blogs nacionais, O Indivíduo (originado do jornalzinho que deu aquela polêmica toda), passou a ser, bem, individual. Piadas com a realização da utopia trotskysta do indivíduo capaz [...]