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São coisas como essa que me fazem perceber que eu sou um merda: Nova York

Jasper Johns Flag

Após meu ritual anual de entrar em vôo internacional, perderem minha mala, perderem a escala, e eu dar um escândalo miserável no aeroporto (nessas horas, minha mulher consegue sumir de perto de mim numa velocidade que vocês não acreditam) até ganhar alguma indenização financeira, chegamos a Nova York na noite do dia 10.

Fazia quinze anos que não ia lá, porque quando estava no doutorado viajar pela Europa era ridiculamente barato, e antes disso não tive grana. Algumas coisas mudaram, porque, sabe como é, capitalismo, tudo que é sólido, etc., mas fiquei surpreso de como ainda havia coisas que estavam lá quando eu era moleque e ia com minha mãe e meu irmão. Só uma coisa realmente desapareceu, as lojas de discos, em que meu irmão e eu comprávamos discos de heavy metal os mais obscuros, parecem não ter resistido à Amazon e aos downloads, mesmo.

Mas vamos por partes, ou, melhor, por tópicos. Se você estiver achando chato, resista, porque no final tem Gossip Girl e Lady Gaga.

1.

Se você gosta de pintura, NY é a Disneylândia. Enquanto eu estava lá, em apenas uma semana, vi:

1) Uma exposição espetacular de Kandinskys no Guggenheim. Não conhecia Kandinsky tão bem, e fiquei realmente apaixonado. Eu e minha esposa temos preferências diferentes a respeito do sujeito, ela prefere a fase inicial, com quadros como este, paisagem em Murnau com torre:

kandinsky_murnau_landsk_with_tower

Eu também acho isso espetacular, mas o cara é foda o suficiente pra ter algo que eu gosto mais, aquelas composições geométricas realmente abstratas:

kandinsky_comp-8

Tudo isso visto enquanto se sobe a rampa em espiral do Guggenheim, que, no meu caso, foi me deixando aos poucos meio doidão de tontura, de modo que quando cheguei no topo esses abstratos todos já estava meio que se mexendo na minha cabeça, o que foi surpreendentemente bacana. Vale a pena dar uma olhada na tour virtual, disponível no site do museu.

2) O MOMA, museu de arte moderna, talvez o melhor do gênero que eu já tenha visto. Não há muito o que comentar sobre o acervo permanente dos caras, mas dou duas palavras pra vocês, “Van” e “Gogh”, presente em obras como a assombrosamente linda “Noite Estrelada”:

751px-VanGogh-starry_night_ballance1

Nota biográfica: quando eu e meu irmão éramos moleques, minha mãe nos levou numa exposição do Van Gogh no Metropolitan, que foi onde eu comecei a gostar de pintura. Meu irmão, mais impressionantemente, voltou pra casa e desenhou de cabeça o auto-retrato com orelha cortada (ele hoje é webdesigner).

Mas vi coisas no MOMA que não vi quando era moleque, ou ao menos não lembro de ter visto, em geral em arte contemporânea. Nem todo mundo gosta de AC, e, em uma exposição temporária, de fato havia um desenho tosco de um anjo mal desenhado soprando vida em um cocô (I kid you not). Mas acho bonito coisas como esse mapa americano pintado pelo Jasper Johns (que também fez a bandeira no topo desse post):

Jasper_Johns's_'Map',_1961

O MOMA é um dos meus lugares favoritos do mundo, e vocês não imaginam a felicidade que senti de ver que ele ainda está lá.

3) Deixando o melhor – sim, ainda tem melhor – para o final, nessa gloriosa semana em que eu estava lá o Metropolitan estava expondo o mais bonito não-Da Vinci jamais pintado, “The Milkmaid” do mestre, do Yoda, do megafodaço Vermeer. Quem já foi no meu apartamento no Rio sabe que eu tenho um poster desse troço, mas é uma das pinturas que mais valem a pena ver ao vivo entre as que eu já vi. NSFW, porque você vai gozar quando ver:

vermeer.milkmaid

Cara, se eu morrer agora não posso reclamar, só por ter visto isso, justifica minha vida independente do que aconteça daqui pra frente. A propósito, não vou comentar o acervo permanente do Metropolitan, porque, como diria Petkovic falando de algo ainda mais sublime, meu português ainda não é bom o suficiente.

Enfim: Disneylândia.

2.

Desde a última vez que fui a NY, teve duas bolhas econômicas, o maior atentado terrorista da história, e a maior crise econômica desde 1929. Isso é que é lugar movimentado.

Fui prestar minha homenagem no ground zero, e fiz uma tour com duas velhinhas da galeria dedicada a relembrar o atentado, onde se pode ver, entre outras coisas, um pedaço da janela de um dos aviões, e lembranças das vítimas que, sendo honesto, achei tristes demais para ver por muito tempo. A galeria organiza uma tour pelo local (onde está sendo construída a nova torre), guiada por duas velhinhas: uma enfermeira que perdeu o marido em um andar acima de onde o primeiro avião bateu (nessa torre, não houve sobreviventes acima do ponto de impacto), e outra que trabalhou como voluntária no necrotério depois de 1) ficar psicótica vendo o atentado e sair pelas ruas de Jersey, onde morava, achando que todos os inúmeros árabes da vizinhança eram terroristas, 2) ouvir seu pai, veterano da segunda guerra mundial. mandar ela parar de merda e ir lá ajudar em vez de ficar odiando gente. Hoje ela tem duas noras de origem árabe.

Quanto à crise, não dá pra ver, na parte turística de Manhattan, sinais óbvios de pobreza crescente, mas a pobreza nunca passeou muito por ali, mesmo. Havia, entretanto, um outdoor imenso em que se lia, “Estou mais longe da aposentadoria aos 50 do que aos 40″, referência ao pessoal que tinha a grana da aposentadoria apostada no mercado acionário, e que se ferrou feio com o Crash 2008.

E minha mulher não me aguentava passando pelas sedes dos bancos e dizendo, faliu, faliu, praticamente virou uma empresa estatal, foi comprado a preço de banana pelo dali da esquina que faliu, caraaaaalho,  esse era do mal, as ações desse aí estão valendo tão pouco que ele poderia ser comprado pelo cara que vende pretzels na esquina, mas o cara nem é doido, faliu, faliu, comprado por fundo soberano de árabe, convertido em fábrica de Mineirinho, virou puteiro pra dar uma moralizada, etc.

Aliás, já que estamos no assunto, o cara que quebrou o maior fundo de investimentos do mundo, e foi um dos idealizadores dos investimentos baseados em hipotecas, acaba de convencer uma galera a dar mais dinheiro pra ele brincar. Lá vamos nós.

Mas, no geral, a cidade está lá, magnífica, romana, um ápice se já houve um. Já viu um Crash pior, e não vão ser vinte carolas punheteiros que não sabem pousar avião que vão derrubá-la. E tenho uma certa curiosidade de saber o que os amigos dos caras do fundo soberano árabe vão fazer com o Osama se ele ameaçar o novo negócio deles.

3.

Todo meu conhecimento de gourmet se resume a saber que a palavra “vinho” vem do latim “vinus”, que quer dizer “Grapette de fresco”. Eu sei que tem altos restaurantes em Nova York, mas eu não fui em nenhum deles. Em compensação:

Descobri um novo lugar favorito no mundo, o Ess-a-Bagel, ao qual fui apresentado por minha mulher. Nunca tinha visto muita graça em Bagel, mas ali é outro esquema. Tem Bagel de alho, de cebola, com passas, e um espetacular “Everything” Bagel, que não fui macho de provar, mas, se entendi direito, tem tudo. E o Bagel vem com um recheio de cream cheese, e tem cream cheese de tudo que é sabor, e os caras do balcão são mal educados pra cacete, mas divertidos. O café é péssimo, como em quase todo lugar, mas atravessando a rua tem um bom expresso.

ess a bagel

Comi um bolinho vermelho chamado “red velvet cupcake” numa confeitaria chamada Magnolia, que, rapaz, brincadeira.

red velvet

Do outro lado do Village, comi um rango mexicano muito bom, por um preço bem civilizado. E, devido à obsessão da Madame NPTO, comi uma quantidade indescritível daquele bolinho (dumpling) de carne de porco em um lugar chamado Joe Shanghai: frito, assado, fermentado no estômago do elo perdido, enfim, de tudo que é jeito, em quatro das sete noites em que estivemos lá. O frito é realmente excelente.

Mas o lance mesmo é a pizza de fatia em pizzaria vagabunda. Não chega a ser um pastelzinho da Suprema, mas, enfim, o que chega? O Vermeer, talvez.

4.

Mas vamos ao que vocês realmente querem saber. No terceiro dia em que estávamos lá, minha enteada, que ficou no Brasil, nos informou que haveria uma gravação da série Gossip Girl no meio da rua. Fomos lá ver, porque sabíamos que, quando voltássemos, a pré-adolescente mais velha do mundo (visto que ela diz que é pré-adolescente desde os 7 anos) acharia isso o máximo. Mal sabíamos nós.

A gravação era do especial de Halloween, e tinha participação especial de Lady Gaga (aquela dona que talvez seja um cara) e da Hillary Duff. Não sei quantos de vocês tem meninas adolescentes em casa, mas Blair Waldorf (protagonista de Gossip Girl), Lady Gaga e Hillary Duff são uma espécie de Zico, Falcão e Sócrates das psicopirralhetes. Quando ligamos para a referida jovem, foi um entusiasmo só.

Mas não posso me despedir do assunto sem descrever pra vocês o que foi a gente parado ali, justo no dia em que o tempo resolveu esfriar. Na porta do prédio onde acontecia a gravação (que parecia uma boate ou uma igreja), se alinhavam: um gay com casaco de moleton que gritava “Touch me, Gaga!”, umas meninas adolescentes que eram as únicas que tinham algum direito natural de estar ali, e um casal formado por um cara alto e uma menina magra, que andavam os dois a pé empurrando uma cadeira de rodas. Quando a gente perguntou, depois de muito tempo, pra que a cadeira de rodas, eles disseram que era para o caso da menina ter um ataque de pânico.

Suspeitei que, quem sabe, talvez, em uma hipótese remota fruto de minhas fantasias paranóicas, se eu ficasse ali, no meio daquela galera, ficaria com fama de gay. Aí resolvi ir para o outro lado da rua, onde estavam dois papparazzi. Eu sempre poderia argumentar que estava ali profissionalmente, embora meu argumento tenha sido dramaticamente enfraquecido quando saiu o primeiro ator e, pra não ser diferente, puxei minha máquina pra tirar uma foto. Bem, minha máquina é a digital mais barata que tem, e os outros caras tinham aqueles puta canhões. Um deles começou a rir e me disse “you’re gonna need bigger lenses, dude”. Depois que o primeiro ator saiu (se entendi direito, o protagonista masculino da série), a fofa criatura que era o segurança veio lá fora e disse, “galera, esse era o último, os outros já saíram”, o que levou um dos meus colegas de trabalho, que usava um boné do New York Yankees, a dizer, “ah, tá, cê acha que nunca tentaram me jogar esse caô antes?” (tradução livre: NPTO). E, de fato, depois saiu todo mundo, inclusive a Lady Gaga, que foi simpática, tirou foto com criancinha, e parece a versão homem do Marilyn Mason.

O momento em que tive a melhor chance de tirar uma foto foi quando a atriz que faz o papel da Blair Waldorf ( a menina mais chique da série) saiu para comer falafel em uma mesa montada pela produção. Mas não consegui a foto, que teria feito inveja aos meus outros dois colegas papparazzi, porque uma dona da produção avisou a atriz e ela baixou a cabeça.

Bom, aí eu tenho que dizer que eu não entendo nada de Gossip Girl, tenho só uma vaga noção de quem é Lady Gaga, mas adoro falafel. E estava com uma puta fome. Aí fiquei meio de olho no falafel da Blair, planejando ir lá pegar um quando saísse mais uma celebridade e todo mundo fosse pro outro lado. Mas, já dizia Hayek, plano só dá merda, e os caras saíram pelo outro lado, e lá fui eu tentar tirar uma foto, pensando que tinha já perdido meu falafel, mas acabou que os seguranças ficaram na frente, e só então notei que os falafels (faláfeis?) estavam totalmente desguardados, mas até conseguir passar discretamente para o outro lado, veio um cara da produção e levou eles embora. Maldito.

Quando todos os atores já tinham saído, levando meu falafel, e eu já achava que tinha visto de tudo, uma dona de uns quarenta anos apareceu arrastando uma criança pelo braço. Virou para a minha mulher e perguntou se o protagonista masculino já tinha saído. Minha mulher disse, já, ele saiu andando pra casa, mas, lamento, já faz um certo tempo. Ela pensou e perguntou, quanto tempo? Minha mulher disse, uma meia hora, quarenta minutos, e a dona, “beleza, dá pra alcançar”, e saiu noite de Manhattan adentro.

6.

Lado ruim: resolvemos sair mais cedo para pegar o vôo da volta (não viajem pela Avianca) não deu pra tomar um café com o ilustre Raphael, que, se entendi direito, deve estar assistindo a uma palestra do Habermas enquanto eu escrevo isso aqui.

7.

Enfim: se eu fosse um retardado anal-retentivo, enfurnado em uma caverna na Ásia Central, sem qualquer realização individual para mostrar para  papai, que se divorciou de mamãe e a entregou para um empregado, absolutamente tomado por inveja narcisista, eu também não admitiria que uma cidade dessas existisse.

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25 Comments on “São coisas como essa que me fazem perceber que eu sou um merda: Nova York”

  1. #1 Raphael Neves
    on Oct 24th, 2009 at 6:05 pm

    Pois é, furou feio! O MoMA também é meu lugar favorito. Até porque com a carteira da New School entro lá de graça e posso ir ao cinema, que é show de bola.

    Cara, para seu deleite, tem um blog com discussões sobre o evento dos titãs: http://blogs.ssrc.org/tif/ Destaque para a lista de colaboradores, muita gente phoderosa. Achei legal este post aqui do Craig Calhoum, é antigo, mas acho que é o ponto fraco dos textos do Habermas sobre religião (coisa que a Butler atacou), ou seja, a noção de "tradução" que ele usa: http://blogs.ssrc.org/tif/2008/09/15/translation-...

    Abraço,
    Rapha

  2. #2 Raphael Neves
    on Oct 24th, 2009 at 6:10 pm

    Você agora já pode tomar o café do Quércia em Manhattan, João… que tal? http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos+pa...

  3. #3 João da Luz
    on Oct 24th, 2009 at 8:25 pm

    Post muito gira, NPTO!!!
    NY é duca e está barato ir para lá. Se juntar um grupo, dá para alugar um apto barato no Brooklin.
    Já havia começado a Fall foliage no Central Park?
    Tenho uma foto da bolsa de NY com a bandeira do Brasil asteada na frente. Foi o mais perto dessa experiência Gossip Girl que vc teve. Achei legal.
    O Moma é legal mas o Metropolitan é fantástico. A única merda de ter ido no Metropolitan é que o Vermal Pereira estava lá num dos dias. Chato, né?

  4. #4 João Paulo Rodrigues
    on Oct 25th, 2009 at 12:14 am

    NY vai andar muito mal frequentada.
    Mas, como diria o outro, sempre teremos Paris.

    Quer dizer, isso se relevarmos Pitta e Maluf.

    O mundo realmente é um lugar mal frequentado…

  5. #5 Tweets that mention São coisas como essa que me fazem perceber que eu sou um merda: Nova York – Na Prática a Teoria é Outra -- Topsy.com
    on Oct 25th, 2009 at 12:23 am

    [...] This post was mentioned on Twitter by Raphael Neves, André Egg. André Egg said: Isso é Nova Iorque! http://migre.me/9PXM [...]

  6. #6 He will be Bach
    on Oct 25th, 2009 at 1:15 pm

    Dr. NPTO,

    Você precisa ensinar logo sua enteada a gostar de música erudita, antes que seja tarde e ela comece a pensar que "É proibido fumar" foi escria pelo Skank ou que "Amor é fogo que arde sem se ver" não é de autoria do Renato Russo.

    Eu te dou o telefone da minha professora de piano.

    De resto, desgraçado de bom o seu relato! Pena que NY não esteja nos meus planos próximos de viagem (i. e., próximos 2 anos); mas, por ora, contento-me com a gloriosa (?) São Paulo e a quase-entrando-em-decadência Avenida Paulista.

  7. #7 Eliseu Elisei
    on Oct 25th, 2009 at 2:17 pm

    Achei o posto e os comentários — excetuando as fotos — de extremo mau gosto. Parece coisa da lavra daqueles caipiras da periferia deslumbrados do Manhattan Connection. Confesso que, pelo texto que postastes sobre o passamento do Cohen, passei a frequentar o blog e esperava coisas mais interessantes.
    Da próxima vez recomendo que você gaste os "dólar" que poupou com tanto esforço na Cidade do México: uma cidade com muito mais museus do que noviorque e com a vantagem de ter um povo muito mais interessantes — não um bando de branquelos de olhos azuis desfilando seu narcisismo solitário e esquisofrênico pelas ruas e fazendo "tipinho" de cosmopolita".
    Chess, my well.

  8. #8 João da Luz
    on Oct 26th, 2009 at 4:03 pm

    O Museu de Antropologia da Cidade do México é um dos mais importantes e belos do mundo. A biblioteca da cidade universitária é linda. O Zócalo, o Palácio de governo…Fui à casa do velho Leon, mas estava em reforma.
    A Cidade do México é uma das mais cosmopolitas e belas cidades do mundo.
    O povo mexicano é um dos mais fantásticos do mundo. Ando pela cidade do México como se fosse extensão do Brasil. Me sinto em casa, lá.
    Fui à cidade do México 10 anos antes de pisar em NY.
    NY é cheia de brancos, árabes, chineses, negros e latinos simpaticíssimos e dispostos a ajudar em caso de dúvida. Não me sinto em casa lá.
    Podemos elogiar NY, agora?

  9. #9 Felipe Basto
    on Oct 26th, 2009 at 8:46 pm

    Cara, o que eu mais gosto aqui no seu estabelecimento é o humor. Belo texto. Mas, quem foi que deixou você e a Madame viajarem soxinhos?? Sem a Bella para tomar conta, vocês deram sorte de voltar!! rsrs. Mas eu sei o quanto é importante um tempo pro casal… Bjs e saudades para todos.
    PS: Quando vem o pequeno nptozinho??

  10. #10 george vidipó
    on Oct 27th, 2009 at 10:27 am

    gostei de mais!

  11. #11 Pablo
    on Oct 27th, 2009 at 11:34 am

    Muito bom post. Eu que nunca tive a menor vontade de conhecer NY fiquei com água na boca…

  12. #12 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:04 am

    Ah, mestre, quando der pra ir, vá.

  13. #13 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:05 am

    Nossa, essa foi a melhor comparação que já fizeram comigo em toda minha vida, valeu!

  14. #14 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:06 am

    Oba! Sugestão pra ganhar dinheiro! Valeu!

  15. #15 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:07 am

    Pois é.

  16. #16 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:08 am

    Foi mal, mestre, foi mal. E vou agora fuçar esses links que você mandou.

  17. #17 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:09 am

    É legal, mesmo, rapaz. Mas não tenho nada contra o Merval Pereira, não.

  18. #18 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:10 am

    Dr. HwbB, o senhor adorará a grande maçã. Duas palavras pro senhor: Lincoln e Center. E a Paulista não está decadente, não, que isso, eu adoro aquela porra.

  19. #19 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:10 am

    Esse cara existe mesmo ou é algum de vocês me sacaneando? Hein? Hein?

  20. #20 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:11 am

    Preciso mesmo ir à Cidade do México, já ouvi falar maravilhas desse Museu de Antropologia.

  21. #21 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:12 am

    Grande! Cara, quase que a gente se perdeu em Bogotá na volta (vôo com escala é bem mais barato). E o NPTO Jr. virá, calma aí.

  22. #22 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:12 am

    Valeu!

  23. #23 NPTO
    on Oct 28th, 2009 at 2:13 am

    Ah, rapaz, quando você for vai se amarrar, vai por mim.

  24. #24 João da Luz
    on Oct 28th, 2009 at 2:54 am

    Eu só respondi ao babaquinha logo acima. Nesse museu eu passei umas 5 horas e vi somente 4 das 24 salas. É fodasso.

  25. #25 Fabio
    on Oct 29th, 2009 at 2:53 am

    Eu não fui. Se fosse eu eu escolheria o nome "Eliseu Drumond" e te acusaria de estar falando fino. Elisei Elisei é gay demais! Só uma pessoa que conhece um programa chamado Manhatan Connection seria gay o suficiente pra pensar num nome desses! Sem contar que eu troco 20 mexicanas esfomeadas por uma branquela bem nutrida anytime.

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