Na Prática a Teoria é Outra Rotating Header Image

A verdadeira história do Nobel de Obama!

terminatrix

(hat tip: Andrew Sullivan)

Viralize:
  • Twitter
  • Facebook
  • del.icio.us
  • Digg
  • Technorati
  • Tumblr
  • Posterous
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Blogplay
  • StumbleUpon
  • Wikio
  • Print
  • PDF
  • email

This website uses IntenseDebate comments, but they are not currently loaded because either your browser doesn't support JavaScript, or they didn't load fast enough.

10 Comments on “A verdadeira história do Nobel de Obama!”

  1. #1 Pablo
    on Nov 27th, 2009 at 10:15 am

    Sério mesmo uma pergunta: porque tanto medo de Sarah Palin???

    Cara, não consigo entender o pavor contra essa mulher. Não dá para acreditar que levam tanto ela a sério…

    A política americana está indo de mal a pior. Se os democratas têm tanto medo de Sarah Palin para perseguir a mulher mesmo depois das eleições, imagine se os republicanos tivessem realmente um cadidato sério, de peso….

    Mas talvez a tática seja essa, manter Sarah Palin em evidência. Porque só ao lado dela Obama consegue ser, como disse o Celso, um estadista… (essa foi hilária…)

  2. #2 NPTO
    on Nov 27th, 2009 at 11:44 am

    Rapaz, quem não esquece a Palin são os republicanos, e esse é o problema. A Palin, assim como o Huckabee ou os Glenn Becks desse mundo, são a maneira dos Republicanos não terem que pensar na merda que fizeram nos últimos oito anos. Isso tem consequências práticas: o maior risco econômico nos EUA (e, portanto, no mundo) no momento é o travamento do sistema político por vagabundos desse tipo, em uma hora em que o governo precisa agir mais. Quando (ou se) o mercado precificar Sarah Palin, estamos ferrados.

  3. #3 Carlos A. Bárbaro
    on Nov 27th, 2009 at 11:50 am

    Humor a favor quase nunca faz rir, mas esta historietinha saiu bem legal.

  4. #4 Gabbardo
    on Nov 30th, 2009 at 4:38 am

    Tem que ter medo, muito medo MESMO, da Sarah Palin. Na minha visão (nem preciso dizer que ela pode estar errada – o que, de fato, é muito provável), o cenário político estadunid… norte-americano é o seguinte:

    1) O establishment republicano está arruinado. Totalmente. A coalizão da época do Reagan entre conservadores fiscais ("1"), fanáticos religiosos ("2") e águias da política externa ("3) acabou. "1" e "3" se autodestruíram visivelmente com os rotundos fracassos, respectivamente, da Grande Recessão e das guerras do Iraque e do Afeganistão. Mas o grupo "2" também não tem muitas coisas boas para falar sobre o Partido Republicano: mesmo com um presidente absolutamente convicto em sua certeza religiosa, e com uma Suprema Corte conservadora socialmente, Roe vs. Wade ainda é a lei da terra.

  5. #5 Gabbardo
    on Nov 30th, 2009 at 4:38 am

    2) Passado quase um ano do governo Obama, é razoável afirmar que ele – ou melhor dizendo, o Partido Democrata – não conseguiu criar a figura do "Obama Democrat". Se 2008 foi o Apocalipse para o Partido Republicano, não foi o Domingo de Páscoa para o Partido Democrata, que continua com o velho hábito pós-Lyndon Johnson de conseguir tirar a derrota das garras da vitória – e isso, infelizmente, não se pode imputar apenas à persistência da crise econômica.

  6. #6 Gabbardo
    on Nov 30th, 2009 at 4:39 am

    3) Em meio a este vácuo político, a grande novidade do cenário social norte-americano é… a ala ultraradical do Partido Republicano, os "teabaggers" de Glenn Beck. Eu considero que o NPTO se equivoca um pouco quando afirma que "a Palin são os republicanos": a Palin representa a ala mais raivosa da direita americana, a que observa o Apocalipse eleitoral de 2008 não como a prova de que o governo Bush era demasiadamente de direita, mas sim como a prova de que Bush era direita de menos – e que, em última análise, considera o Partido Republicano como um traidor dos princípios do troglodi… do conservadorismo. A força política deste setor não pode ser subestimada: dias atrás, apareceu a notícia de que John McCain (um "establishment Republican" quase que exemplar) pode perder as ELEIÇÕES PRIMÁRIAS de sua cadeira no Senado para um político qualquer que estava profundamente ligado às Teabag Parties no Arizona. Quem conhecia a Michelle Bachmann faz dois anos atrás? E atualmente ela é uma das figuras mais significativas do novo Partido Republicano.

  7. #7 Gabbardo
    on Nov 30th, 2009 at 4:39 am

    Que a Sarah Palin não é alternativa viável em 2012, é sabido por todo o mundo (a renúncia dela do governo do Alasca fala por si só). O problema é que o debate político nos EUA, atualmente, encontra-se quase que monopolizado pelo estridentismo do grupo da Sarah Palin. A prova é que estamos falando aqui não sobre Andrew Sullivan (ou Ross Douhat, uma grata surpresa do New York Times), mas sim sobre Palins e Bachmanns e Becks e eu vou lá fechar um, falou (*)

    (*) não vou, mas pareceu engraçado.

    Bom, queria responder em duas ou três linhas, mas me empolguei no meio do caminho :P

  8. #8 João Paulo Rodrigues
    on Nov 30th, 2009 at 1:09 pm

    Confesso que não estou muito por dentro dos debates políticos norte-americanos. Mas eis um artigo interessante:
    http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/29/glenn...

  9. #9 Clever Mendes de Oliveira
    on Dec 2nd, 2009 at 1:21 am

    Gabbardo (30/11/2009 às 04:39 am),
    Não entendi a sua afirmação de que
    “o NPTO se equivoca um pouco quando afirma que “a Palin são os republicanos”"
    e mais à frente você parece reforçar NPTO ao dizer que
    “A força política deste setor não pode ser subestimada”.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 01/12/2009

  10. #10 Clever Mendes de Oliveira
    on Dec 2nd, 2009 at 1:47 am

    Na Prática a Teoria é Outra,
    Sem desmerecer a história, eu tenho outra interpretação para o Prêmio Nobel da Paz para Barack Obama.
    Primeiro como já ouvi alguém falar, Barack Obama ganhou o prêmio até como uma tentativa de a Europa se colocar do lado dele na luta contra o conservadorismo reacionário de muitos asseclas do Partido Republicano.
    Na minha opinião, entretanto, a principal razão para a concessão do prêmio ao Barac Obama deveu-se ao fato de ele ser filho de um muçulmano que optou pela religião ocidental cristã.
    Há um pouco de teoria conspiratória na minha opinião, mas é de se desconfiar do comportamento cosmopolita da civilização ocidental européia. Recentemente li um artigo de José Luis Fiori em que ele trazia o lema da Democracia-Cristã na campanha pelo parlamento europeu. Dizia o lema: “Por Deus e contra a Turquia” (Artigo intitulado “Entre Berlim e o Vaticano” publicado em 17/06/2009 no Valor Econômico).
    Também não sei de situações em que um muçulmano ganhe um Prêmio Nobel da Paz isoladamente ou da literatura. E se aparecer ou se apareceu algum ganhador mais será alguém incompreendido pelos os seus ou que se revoltou contra os seus.
    Diferentemente, por exemplo, do Prêmio Nobel da Paz dado em 1996 para José Ramos-Horta” pelos trabalhos que ele desenvolveu por solução justa e pacífica para o conflito em Timor Leste e em que o outro lado era muçulmano; Na verdade ele estava enfrentando um forte mundo muçulmano, a Indonésia.
    O resultado do Referendo de véspera que proibiu a construção de minaretes na Suiça reforça essa minha teoria conspiratória.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 01/12/2009

Leave a Comment